Política de Privacidade
Versão 2026-09-06 · vigente desde 2026-09-06
Esta é uma versão anterior, arquivada.
O que mudou nesta versão
- Deixamos de dizer que a base de tudo é o seu consentimento. A compra do voucher é tratada por execução de contrato (art. 7º V). Consentimento ficou para os dois lugares onde há caixa de verdade: a lista de espera "Avise-me" e a caixa de marketing do cadastro.
- Assumimos por escrito que enviamos ofertas e pesquisas de satisfação a quem já viajou conosco, com base em legítimo interesse (art. 7º IX e art. 10 I), com descadastramento de um clique em toda mensagem — e dizemos que registramos abertura e clique desses e-mails.
- Retiramos a seção de cookies de análise e rastreamento. Este site não tem Google Analytics, pixel, Hotjar, Meta nem rastreador de terceiro: só três cookies próprios, todos necessários. Não há banner porque não há o que consentir.
- Nomeamos os operadores (Asaas, Twilio/SendGrid, Google, Rock HUB e os demais) e declaramos as transferências internacionais que existem, com o mecanismo de cada uma e onde os servidores ficam.
- Publicamos os prazos de guarda de cada dado, gerados da mesma tabela que a rotina de expurgo aplica, e os prazos de resposta ao titular (15 dias) e de comunicação de incidente.
- Retiramos as cláusulas de compartilhamento aberto ("empresas parceiras", "potenciais compradores"), a cláusula de foro em Belo Horizonte e a exclusão de responsabilidade sobre cookies.
- A política deixou de ser um documento que se "aceita". Ela informa; não é contrato de adesão. Onde o consentimento é a base, dizemos exatamente onde, e ele é colhido em caixa separada.
- Passamos a pedir a data de nascimento de cada passageiro. Ela responde a uma pergunta só — este passageiro precisa de acompanhante na viagem? —, aparece para a equipe do embarque e não entra em publicidade nem em perfil. É apagada junto com o CPF do passageiro.
- O prazo do CPF do passageiro passou a contar por uso. Antes contávamos 12 meses da viagem em que o CPF apareceu. Agora contamos 12 meses da viagem mais recente daquela pessoa, com teto de 5 anos desde a primeira — quem viaja com alguma frequência mantém o CPF guardado até o teto; quem viajou uma vez e não voltou continua tendo o CPF apagado em 12 meses. Passamos também a declarar prazo para os passageiros que você salva na sua conta, que antes não tinham prazo escrito.
- Criamos um canal dedicado a dados pessoais — dpo@goliveeventos.com.br — separado do atendimento de vendas, para exercer direitos, pedir a íntegra das cláusulas de transferência e falar com quem responde pela LGPD na empresa.
1. Quem trata os seus dados
Quem decide como e por que os seus dados são tratados — o controlador, na linguagem da LGPD — é: GO LIVE EVENTOS LTDA. CNPJ 54.250.710/0001-07 Rua São Brás, 45, Sala 01, Bairro São Gabriel, CEP 31980-140 — Belo Horizonte / MG Como falar conosco sobre dados pessoais: e-mail dpo@goliveeventos.com.br — o canal do titular de que trata a Resolução CD/ANPD nº 2/2022 (ver §12). Para atendimento de compra e viagem: WhatsApp (31) 99066-6400 e o e-mail do rodapé.
2. O que esta política cobre — e o que não cobre
Cobre: os dados de quem navega na loja da GO LIVE, pede uma cotação, compra voucher de transfer pelo nosso site, viaja com a gente, cria conta de cliente, recebe nossos e-mails ou responde à nossa pesquisa de satisfação. Não cobre, e é bom você saber onde procurar: • Compras feitas na Sympla. Quando a venda de um evento acontece na Sympla, quem coleta o seu dado de compra e de pagamento naquele momento é a Sympla, sob a política dela. Nós recebemos depois a lista de compradores para operar o transporte — e, a partir daí, esses dados são tratados como descrito aqui. • Dados de colaboradores, freelancers e motoristas. Têm aviso próprio, porque envolvem dados que um cliente não tem (conta bancária, CNH, endereço residencial). • Sites e aplicativos de terceiros que você alcance a partir de links nossos (Instagram, WhatsApp, Sympla, Google Maps).
3. Quais dados coletamos
4. Para que usamos, com que base legal
Aceitar os Termos de Uso não é consentimento de dados. São coisas diferentes. A maior parte do que fazemos com os seus dados não depende do seu consentimento — depende de o tratamento ser necessário para cumprir o contrato de transporte, ou de uma obrigação legal nossa. Onde o consentimento é a base, dizemos expressamente, e você pode revogá-lo a qualquer momento. Por quanto tempo cada dado fica está no §6. 1. Reservar o lugar, montar o pedido e cobrar — nome, e-mail, telefone e CPF do comprador; valores; IP — execução de contrato (art. 7º V). 2. Emitir o voucher nominal e permitir o embarque — nome e CPF do passageiro; código do voucher — execução de contrato (art. 7º V). 3. Manter a lista nominal de passageiros do fretamento e apresentá-la à fiscalização — nome e documento do passageiro — execução de contrato (art. 7º V) e legítimo interesse na identificação de quem embarca (art. 7º IX). A lista nominal é exigência das normas de fretamento; o uso do CPF como documento é escolha nossa, avaliada por escrito. 4. Cumprir obrigações fiscais e contábeis da venda — pedido, valores, identificação do comprador — obrigação legal (art. 7º II). 5. Avisar você sobre a sua própria viagem (confirmação, voucher, mudança de horário, cancelamento) — e-mail, telefone — execução de contrato (art. 7º V). 6. Atender você no SAC e resolver problemas do pedido — tudo o que você nos contar, mais o pedido — execução de contrato (art. 7º V). 7. Prevenir fraude no pagamento e uso indevido do voucher — IP da compra, dados do pagador enviados ao antifraude do processador, versão do QR — legítimo interesse (art. 7º IX). 8. Proteger a sua conta: avisar de acesso novo, limitar tentativas de login, impedir descoberta de contas — assinatura reduzida de rede e navegador; IP em memória temporária — legítimo interesse (art. 7º IX). 9. Guardar registros de acesso ao nosso sistema — data, hora, ação, IP, navegador — obrigação legal (art. 7º II; Marco Civil da Internet art. 15). 10. Oferecer transfers de eventos parecidos a quem já viajou conosco — nome e e-mail — legítimo interesse (art. 7º IX e art. 10 I) — ver §5. 11. Perguntar como foi a sua viagem (pesquisa de satisfação) — nome, e-mail, dados do evento e da viagem, a sua nota e o seu comentário — legítimo interesse (art. 7º IX e art. 10 I) — ver §5. 12. Lembrar você de um pedido que ficou pela metade — e-mail do pedido não pago — legítimo interesse (art. 7º IX) — ver §5. 13. Avisar quando a venda de um evento abrir, se você pediu ("Avise-me") — e-mail, assunto, frase consentida, IP, navegador — consentimento (art. 7º I), até você revogar. 14. Responder ao seu pedido de cotação para grupo — nome, e-mail, telefone, empresa, mensagem, IP — procedimentos preliminares a contrato, a seu pedido (art. 7º V). 15. Defender nossos direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral — o que for necessário — exercício regular de direitos (art. 7º VI).
5. E-mails de oferta, pesquisa e lembrete — leia com atenção
6. Por quanto tempo guardamos
Guardamos cada dado apenas enquanto ele for necessário para a finalidade que o justificou, e depois o eliminamos ou anonimizamos. Quando um prazo legal nos obriga a guardar por mais tempo, o dado fica retido apenas para aquele fim, sem seguir sendo usado para os demais. Onde dizemos "prazo de lei", o prazo é imposto por norma; onde dizemos "prazo que adotamos", é a nossa escolha, fundamentada por escrito — e sempre o menor que a finalidade permite. Os prazos, dado a dado. Contam do fato que os justifica — a viagem, o recebimento, o último acesso —, nunca de uma atualização qualquer do registro: • IP e navegador de quem abriu ou clicou num e-mail de campanha ou de pesquisa — 6 meses do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: IP e navegador são apagados; fica a abertura/clique. • A ligação entre a abertura/clique e a pessoa — 2 anos do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: o evento deixa de apontar para você; fica a contagem por campanha. • IP e navegador nos registros de acesso e de operações do sistema — 1 ano do registro (prazo de lei). Ao vencer: IP e navegador são apagados; a ação registrada fica, sem eles. • De onde a sua conta já acessou (rede mascarada e família do navegador) — 1 ano do último acesso (prazo que adotamos). Ao vencer: o registro é apagado 12 meses depois do último acesso daquela origem. • Pedido de cotação para grupo (nome, e-mail, telefone, empresa, mensagem, IP) — 3 meses do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: o pedido é apagado. • O registro bruto que o processador de pagamentos nos envia (contém nome, CPF e e-mail do pagador) — 18 meses do recebimento (prazo que adotamos). Ao vencer: o corpo bruto é apagado; ficam o identificador, o tipo, o valor e as datas. • IP e navegador dentro da prova de consentimento e de descadastramento — 1 ano do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: IP e navegador são apagados; a prova (o que você marcou, quando, em que versão) fica. • O seu comentário livre na pesquisa de satisfação, e os nomes de motorista e equipe congelados na viagem — 2 anos do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: o comentário e os nomes são apagados; a nota e a categoria ficam. • O CPF de cada passageiro (cifrado) e os quatro últimos dígitos — 1 ano da viagem mais recente daquela pessoa (prazo que adotamos). Ao vencer: o CPF cifrado, os quatro dígitos e a data de nascimento são apagados 12 meses depois da viagem mais recente daquela pessoa; cada nova viagem dela reinicia o prazo, e em nenhuma hipótese o CPF passa de 5 anos da primeira viagem — vencido o teto, apagamos e pedimos de novo na compra seguinte. • O nome do passageiro e o índice do CPF — 5 anos da viagem (prazo que adotamos). Ao vencer: o nome vira "Passageiro" e o índice deixa de corresponder a qualquer CPF. • Nome, e-mail, telefone e CPF do comprador no pedido — até 31/12 do 5º ano seguinte à viagem (prazo de lei). Ao vencer: até 31/12 do 5º ano seguinte à viagem; depois o comprador é anonimizado — valores, itens e datas ficam para a contabilidade. • O CPF dos passageiros que você salvou na sua conta para não redigitar — 1 ano do último acesso (prazo que adotamos). Ao vencer: o passageiro salvo é apagado 12 meses depois da última compra em que você o usou; você também pode removê-lo a qualquer momento na sua conta. • O seu cadastro de cliente (nome, e-mail, telefone, CPF), inclusive o que veio das compras na Sympla — 5 anos da viagem (prazo que adotamos). Ao vencer: 5 anos depois da sua última viagem, o cadastro é anonimizado. O CPF do passageiro, em detalhe. Guardamos o CPF de cada passageiro, cifrado, por 12 meses contados da viagem mais recente daquela pessoa. Cada nova viagem dela reinicia esse prazo. Em nenhuma hipótese o CPF fica além de 5 anos contados da primeira viagem dela conosco: vencido esse teto, apagamos mesmo que a pessoa continue viajando, e pedimos o número de novo na compra seguinte. Durante a viagem, o CPF serve para conferir a identidade no embarque e garantir um lugar por pessoa — a base é a execução do contrato daquela viagem (art. 7º V), junto da lista nominal que as normas de fretamento exigem. No intervalo entre uma viagem e a próxima, o CPF fica com base no nosso legítimo interesse (art. 7º IX e art. 10): reconhecer o mesmo passageiro entre compras e evitar que você redigite tudo de novo. Essa avaliação não é uma frase de efeito — fizemos por escrito o teste de balanceamento que a lei exige, com data, e ele fica à disposição de quem pedir e da ANPD. Você pode se opor a qualquer momento. Pelo canal do §12 você pede que o CPF seja apagado antes do prazo, e nós apagamos, sem esperar o ciclo automático. Isso não impede você de comprar de novo: o número volta a ser pedido na próxima compra. Quando o prazo vence, o CPF cifrado e os quatro últimos dígitos são apagados. Permanecem o nome do passageiro e um índice embaralhado do CPF, que não é o seu CPF e não permite chegar até ele sem uma chave que guardamos separada do banco. Isso é pseudonimização, não anonimização — e por isso continuamos tratando esse registro como dado pessoal seu, com todos os direitos do §8. Regras que valem para todos os prazos: • O relógio da compra é a viagem (a prestação do serviço), não a data do pedido. Para o que é fiscal, o prazo vai até 31 de dezembro do 5º ano seguinte à viagem. • Ao vencer, o dado é anonimizado (o registro fica sem ligação com você) ou apagado; os números agregados — quantos venderam, quanto arrecadaram — ficam para a contabilidade, sem pessoa por trás. • Dado envolvido em disputa judicial, fiscal ou em ocorrência registrada sai da fila até a disputa terminar. • A sua nota e a categoria da pesquisa de satisfação ficam ligadas ao seu cadastro enquanto ele existir; o comentário livre e os nomes da equipe congelados na viagem são apagados em 24 meses. • A lista de bloqueio de marketing (quem pediu para não receber) fica enquanto fizermos e-mail marketing — e é a favor de você: é ela que impede que você volte a receber. Guardamos o mínimo: o e-mail normalizado, o motivo e a data. • A sua conta de cliente existe enquanto você quiser; ver §8 sobre eliminação. • Os registros de pedidos de titular (§8) e de incidentes (§11) ficam 5 anos — são a prova de que atendemos e de como reagimos.
7. Com quem compartilhamos os seus dados
8. Os seus direitos, e como exercê-los
A LGPD garante a você, sobre os seus dados pessoais: • Confirmação e acesso — saber se tratamos dados seus e obter cópia deles. Se você tem conta, já vê seus pedidos e vouchers em "Minhas compras". • Correção de dado incompleto, inexato ou desatualizado. Na conta, você já pode alterar a senha, o time declarado e remover passageiros salvos. • Anonimização, bloqueio ou eliminação de dado desnecessário, excessivo ou tratado em desconformidade. • Portabilidade — receber seus dados em formato que possa ser levado a outro fornecedor. • Eliminação dos dados tratados com consentimento — não alcança o que precisamos guardar por obrigação legal. • Informação sobre compartilhamento — está no §7; pode pedir detalhe. • Informação sobre a possibilidade de não consentir e as consequências — está no §4, finalidade por finalidade. • Revogação do consentimento — sair da lista de espera ou da caixa de marketing: link em qualquer e-mail nosso, ou pelo canal. • Oposição a tratamento baseado em legítimo interesse — pedir que paremos de usar seus dados para oferta, pesquisa ou medição de e-mail: "Cancelar inscrição" em qualquer e-mail, ou pelo canal. • Peticionar perante a ANPD — gov.br/anpd — e reclamar ao Procon ou ao Judiciário (§14). Como pedir: pelo e-mail dpo@goliveeventos.com.br ou WhatsApp (31) 99066-6400. Cada pedido é registrado no dia em que chega, com prazo, e a resposta fica guardada — é a nossa prova de que atendemos. Prazos que assumimos: • Confirmação de que tratamos dados seus e acesso simplificado: imediatamente. • Todos os demais pedidos — cópia completa, correção, eliminação, portabilidade, revogação e oposição: em até 15 dias contados do recebimento. Se houver impedimento legal para atender, respondemos dentro desse prazo dizendo qual é a razão. • Pedidos de descadastramento de e-mail: em até 2 dias. Como comprovamos que é você. Para proteger a sua privacidade, a porta de entrada é sempre o e-mail que recebeu o voucher ou que consta do seu cadastro. Não damos informação sobre um CPF só porque alguém o digitou — se déssemos, qualquer pessoa poderia descobrir quem viajou conosco. Se você perdeu o acesso ao e-mail, atendemos presencialmente ou por vídeo, com documento, sem guardar o número dele. O que acontece quando você pede a eliminação. Apagamos a sua conta, anonimizamos o seu cadastro (nome, e-mail, telefone e CPF deixam de existir nele) e colocamos o seu e-mail na lista de bloqueio de marketing, em todos os canais. Os registros dos seus pedidos e pagamentos ficam, sem ligação com você, pelo prazo fiscal do §6 (até 31/12 do 5º ano seguinte à viagem) — é obrigação legal — e ficam bloqueados para qualquer outro uso. Dizemos isso na resposta, com a base legal de cada coisa que fica.
10. Como protegemos os seus dados
Não prometemos segurança absoluta — ninguém pode. Prometemos medidas concretas, e estas são as que existem hoje: • O CPF e o telefone informados na compra pelo nosso site são gravados cifrados (AES-256-GCM), com chaves separadas para cifrar e para indexar. Quem olha a base não lê o número. O sistema recusa-se a gravar dado pessoal se a chave de cifra não estiver presente — em vez de gravar em claro. (O cadastro de clientes que veio da Sympla e do balcão guarda o CPF como recebido; ele segue o prazo do §6 e as demais medidas desta seção.) • Sua senha nunca é guardada. Guardamos um resumo criptográfico dela (Argon2id, parâmetros recomendados pela OWASP), do qual a senha não pode ser reconstruída. • O código do seu voucher (QR) não carrega o seu CPF — carrega um resumo embaralhado dele. • No embarque, o operador vê apenas os quatro últimos dígitos do CPF, o suficiente para conferir com o documento na mão. • Não escrevemos dados pessoais nos registros técnicos do sistema. • Toda a comunicação é cifrada em trânsito (HTTPS/TLS), e as páginas da loja não carregam recurso de terceiro nenhum. • Login protegido contra descoberta de contas: tentar entrar com um e-mail que não existe custa o mesmo tempo e devolve a mesma resposta que uma senha errada. • Limite de tentativas de login e de cadastro, por e-mail e por origem. • Aviso de acesso novo por e-mail, quando a sua conta é acessada de uma rede ou de um navegador que ela nunca usou — com o IP mascarado. • Trocar a senha derruba todas as sessões abertas. • Registro interno de operações sensíveis, com autor, data e origem — inclusive quando alguém exporta uma lista de passageiros. • Documentos sensíveis nunca são públicos: ficam em armazenamento privado, acessível apenas por link temporário. • Publicamos um canal de reporte de vulnerabilidades em /.well-known/security.txt. E pedimos a sua parte: guarde bem a sua senha, não a repita em outros sites, e desconfie de mensagens que peçam seus dados de pagamento fora do nosso site.
11. Se acontecer um incidente de segurança
Se ocorrer um incidente de segurança que possa acarretar risco ou dano relevante a você, nós comunicaremos a você e à Autoridade Nacional de Proteção de Dados, nos prazos da regulamentação, em linguagem simples e direta: quais dados foram atingidos, o que aconteceu, quais os riscos e o que estamos fazendo para reduzi-los e reparar o dano. Temos um procedimento escrito para isso e um registro interno de todos os incidentes — inclusive os que, depois de avaliados, não exigem comunicação, com a razão por escrito. É esse registro que a Autoridade pede, e que mantemos por 5 anos.
12. Encarregado pelo tratamento de dados pessoais
A GO LIVE EVENTOS LTDA. é agente de tratamento de pequeno porte, nos termos da Resolução CD/ANPD nº 2/2022 (optante do Simples Nacional, sem tratamento de alto risco — a análise está documentada e pode ser apresentada à ANPD), e por isso, com base no art. 11 dessa Resolução, não indica encarregado. O canal de comunicação com o titular de dados é dpo@goliveeventos.com.br (também WhatsApp (31) 99066-6400), pelo qual você exerce todos os direitos do §8 e pelo qual a ANPD nos alcança. A dispensa não nos isenta de nenhuma outra obrigação desta política.
13. Alterações desta política
Esta política pode mudar — porque a lei muda e porque o nosso serviço muda. Quando mudar: publicamos a nova versão com data de vigência própria; publicamos, no topo, o que mudou em relação à anterior; mantemos as versões anteriores acessíveis nesta mesma página (a de 17/03/2024 já está lá), para que você possa reler o texto que valia quando você comprou; e, se a mudança afetar as finalidades, as bases legais ou o compartilhamento, avisamos você antes que ela passe a valer. Esta política não é um contrato que você assina. Ela informa como tratamos seus dados. Onde o seu consentimento é a base — e dissemos exatamente onde —, ele é colhido em caixa separada e pode ser revogado a qualquer momento, gratuitamente.
14. Lei aplicável e onde reclamar
Esta política é regida pelas leis brasileiras, especialmente pela Lei nº 13.709/2018 (LGPD) e pelo Código de Defesa do Consumidor. Se você tiver uma reclamação sobre o tratamento dos seus dados, pode: falar conosco por dpo@goliveeventos.com.br — é o caminho mais rápido; procurar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) — gov.br/anpd; procurar o Procon da sua cidade; ou procurar o Poder Judiciário — sendo você consumidor, pode fazê-lo na comarca do seu próprio domicílio.
