Política de Privacidade
Versão 2026-10-14 · passa a valer em 2026-10-14
Esta versão ainda não está em vigor.
O que mudou nesta versão
- Deixamos de dizer que a base de tudo é o seu consentimento. A compra do voucher é tratada por execução de contrato (art. 7º V). Consentimento ficou para os lugares onde há caixa de verdade: a lista de espera "Avise-me", a assinatura da newsletter de uma casa (estádio) e a caixa de marketing do cadastro; e também a autorização de quem aparece em destaque num vídeo do nosso site e os cookies de análise e de publicidade, no aviso de cookies.
- Assumimos por escrito que enviamos ofertas e pesquisas de satisfação a quem já viajou conosco, com base em legítimo interesse (art. 7º IX e art. 10 I), com descadastramento de um clique em toda mensagem — e dizemos que registramos abertura e clique desses e-mails.
- Retiramos a seção de cookies de análise e rastreamento da política de 2024, que deixava o controle só para as configurações do navegador. Hoje, cookies de análise e de publicidade — só os do Google — entram apenas com a sua permissão no aviso de cookies, e você revoga no rodapé do site quando quiser (item 20 e §9). No site, não usamos nenhum outro rastreador além dos do Google: nem pixel da Meta, nem Hotjar.
- Nomeamos os operadores (Asaas, Twilio/SendGrid, Google, Rock HUB e os demais) e declaramos as transferências internacionais que existem, com o mecanismo de cada uma e onde os servidores ficam.
- Publicamos os prazos de guarda de cada dado, gerados da mesma tabela que a rotina de expurgo aplica, e os prazos de resposta ao titular (15 dias) e de comunicação de incidente.
- Retiramos as cláusulas de compartilhamento aberto ("empresas parceiras", "potenciais compradores"), a cláusula de foro em Belo Horizonte e a exclusão de responsabilidade sobre cookies.
- A política deixou de ser um documento que se "aceita". Ela informa; não é contrato de adesão. Onde o consentimento é a base, dizemos exatamente onde, e ele é colhido em caixa separada, no aviso de cookies ou, no caso da imagem e da voz num vídeo do site, em autorização própria.
- Passamos a pedir a data de nascimento de cada passageiro. Ela responde a uma pergunta só — este passageiro precisa de acompanhante na viagem? —, aparece para a equipe do embarque e não entra em publicidade nem em perfil. É apagada junto com o CPF do passageiro.
- O prazo do CPF do passageiro passou a contar por uso. Antes contávamos 12 meses da viagem em que o CPF apareceu. Agora contamos 12 meses da viagem mais recente daquela pessoa, com teto de 5 anos desde a primeira — quem viaja com alguma frequência mantém o CPF guardado até o teto; quem viajou uma vez e não voltou continua tendo o CPF apagado em 12 meses. Passamos também a declarar prazo para os passageiros que você salva na sua conta, que antes não tinham prazo escrito.
- Criamos um canal dedicado a dados pessoais — dpo@goliveeventos.com.br — separado do atendimento de vendas, para exercer direitos, pedir a íntegra das cláusulas de transferência e falar com quem responde pela LGPD na empresa.
- Passamos a gravar um cookie que lembra a casa (estádio) que você escolheu. Ele dura 24 horas, só nasce quando você clica numa casa — visitar a página não grava nada — e guarda apenas o nome público dela. Ele não depende do aviso de cookies: só lembra uma escolha que você acabou de fazer.
- Passamos a informar apenas a cidade e o estado da nossa sede, em vez do endereço completo. A identificação do controlador — razão social e CNPJ — continua publicada, e o canal para falar sobre dados pessoais segue o mesmo.
- Passamos a publicar o prazo do CPF que fica guardado na sua CONTA. Ele existe para impedir que a mesma pessoa acabe com dois cadastros. Fica por 2 anos contados do seu último acesso, com teto de 5 anos desde a criação da conta; vencido o prazo, o CPF é apagado, a conta e o login continuam funcionando, e o número é pedido de novo na compra seguinte. Antes esse dado não tinha prazo escrito.
- Mudamos como a conta nasce: agora você digita o e-mail, recebe um código de 6 dígitos nele e só então cria a senha e informa o CPF. É o que garante que só o dono do endereço cria conta com ele — e é o que finalmente dá acesso a quem já comprava conosco pela Sympla, sem nunca ter tido conta. O código vale 15 minutos, serve uma vez só, e o registro que o guarda (embaralhado, sem o seu e-mail) é apagado em 30 dias.
- Passamos a oferecer a newsletter de cada casa (estádio) a quem ainda não é cliente. Na página de cada casa há um campo de e-mail com uma caixa de consentimento: você pede para ser avisado quando a venda do transfer daquela casa abrir, e sobre os shows e jogos dela. A caixa já aparece marcada quando a página abre, e você pode desmarcá-la antes de enviar — por isso a inscrição só passa a valer depois que você clica no link do e-mail de confirmação que mandamos para o seu endereço; antes desse clique nada é enviado a você. Você escolhe os assuntos, cada um tem interruptor próprio, e sai quando quiser, de um assunto ou de todos. Não criamos conta nem cadastro de cliente por causa disso, e não pedimos o seu nome. Guardamos o seu e-mail, a casa, os assuntos que você escolheu, a frase exata que você leu, a língua em que você a leu, e a data, a hora, o IP e o navegador do momento em que você marcou a caixa — é isso que prova o que você autorizou; o IP e o navegador são apagados em 12 meses. E dizemos o que isso muda: deixou de ser verdade que todo mundo que está na nossa base comprou de nós. Passa a haver quem só pediu para ser avisado — e, para essas pessoas, a base é o consentimento, nunca o legítimo interesse do §5.
- Passamos a mostrar vídeos da nossa operação no site. No topo da página de cada casa (estádio) entra um trecho curto e sem som; em "Quem somos" e "Serviços", um vídeo com som e, quando há fala, legenda. Quem o vídeo destaca das outras pessoas só aparece no site com autorização; criança e adolescente não aparecem em destaque, nem com autorização; dentro dos nossos ônibus e na fila de embarque só aparece quem autorizou; quem aparece no meio de uma multidão pode pedir para sair. A legenda nasce de uma transcrição automática feita nos servidores do nosso sistema, sem nenhum serviço de transcrição de outra empresa, e uma pessoa da nossa equipe revisa o texto antes de publicar. Para tirar do site um vídeo em que você aparece, basta pedir pelo dpo@goliveeventos.com.br: fazemos isso em até 2 dias e apagamos os arquivos dele dos nossos servidores — só não alcançamos a cópia que já ficou no aparelho de quem assistiu. Também passamos a guardar, só no seu navegador, o ponto em que você parou num vídeo, se você prefere a legenda ligada e se pausou o vídeo do topo da página da casa.
- Passamos a descrever a troca de titular do voucher. Quem comprou pode passar o voucher de um lugar a outra pessoa, uma única vez, pelo nosso atendimento (Termos, cláusula 11.2). Para isso tratamos os dados de quem recebe o lugar — nome, CPF, data de nascimento, o apoio de que ela precisa no embarque e um e-mail, para onde mandamos o voucher dela — e guardamos um registro da troca, com o nome e os quatro últimos dígitos do CPF de quem estava no lugar antes. Esses dados vencem nos mesmos prazos dos dados do passageiro (§6). O e-mail de quem recebe não entra em oferta, pesquisa nem campanha (§5), e quem recebeu ou saiu de um lugar pode pedir a eliminação (§8).
- O §6 passou a dizer quando o apoio no embarque é apagado. O §3.2 já dizia que a observação de "outro apoio" é apagada com o resto. Agora a tabela diz quando, e inclui o apoio escolhido: junto com o CPF do passageiro, 12 meses depois da viagem mais recente daquela pessoa.
- Os vídeos passaram a viver na página de cada evento: o trecho curto e sem som saiu do topo da página da casa (estádio) e foi para o topo da página do evento, com até 30 segundos, e a mesma página ganhou, mais abaixo, um vídeo da nossa operação. O vídeo do evento tem som e, quando há fala, legenda; se a casa (estádio) escolher, ele começa a tocar sem som quando aparece na tela, e o som é sempre do seu clique. Como nos outros vídeos, quem ele destaca só aparece com uma autorização que nomeia este lugar do site (§3.10).
- Com a sua permissão, passamos a medir o uso do site e os nossos anúncios com ferramentas do Google. Na primeira visita, um aviso de cookies oferece três botões de mesmo peso — Aceitar todos, Recusar todos e Escolher —, e as categorias Análise e Publicidade começam desligadas. Só se você aceitar, o Google Tag Manager carrega o Google Analytics e a medição de anúncios do Google, e os dados de navegação de quem aceitou são tratados pelo Google nos Estados Unidos. Nada disso carrega no checkout, na sua conta, no voucher ou em links com código de acesso. Você muda de ideia quando quiser, em "Preferências de cookies", no rodapé. Mudaram o §3.8, o §3.9, o §4 (finalidades 21 e 22), o §6, o §7, o §7.1, o §8, o §9, o §10 e o §13, e os itens 1, 3, 7 e 11 desta lista.
- Passamos a registrar de onde veio cada compra, e se uma campanha de e-mail nossa levou a ela. Quando você chega ao site vindo de outro site, ou por um link que traz a identificação de uma divulgação — como os que publicamos em redes sociais, os dos sites de parceiros e os dos nossos e-mails —, guardamos o domínio de onde você veio e, se houver, essa identificação, só no seu navegador, na aba em que você está, até você fazer um pedido; aí elas ficam gravadas no pedido, por 2 anos. E, quando alguém que recebeu um e-mail de campanha nosso compra com o mesmo endereço em até 30 dias do envio, marcamos no registro daquela campanha que houve compra, quando e de quanto. É assim que sabemos quais divulgações funcionam, sem ferramenta de outra empresa. Nenhuma das duas coisas entra em perfil seu, e você pode se opor às duas (§8). Mudaram o §3.8, o §4 (finalidades 23 e 24), o §5, o §6 e o §8.
- Nos shows, o topo da página do evento pode mostrar o vídeo de divulgação do artista. Quando a produção do artista nos entrega um vídeo de divulgação, ele pode ocupar o topo da página daquele show no lugar do trecho da nossa operação, com as mesmas regras: até 30 segundos e sem som. Antes de qualquer vídeo ir ao site, a nossa equipe registra de onde vem a imagem, quem registrou e quando. Numa peça de divulgação, quem responde pela autorização de quem ela destaca é a produção do artista; para essas pessoas, a nossa base é o legítimo interesse, e qualquer uma pode pedir para sair do site (§8). A peça de divulgação aparece só no topo da página do show. Mudaram o §3.10 e o §4 (finalidade 18).
- A troca de titular também pode ser feita pela sua conta. Além do nosso atendimento, quem comprou pode informar, pela conta ou pelo link do e-mail do pedido, só o e-mail de quem vai receber o lugar. Essa pessoa recebe um convite com um link de uso único, que vale por até 72 horas, e é ela quem digita o próprio nome, CPF e data de nascimento. Enquanto o convite está aberto, guardamos o e-mail convidado e, de quem está no lugar, o nome e os quatro últimos dígitos do CPF. Mudou o §3.11.
- O envio da compra ao Google passou a ser descrito como ele de fato acontece — emenda de 01/10/2026 à versão de 07/10, feita antes de ela entrar em vigor. O valor e o número do pedido continuam sendo os únicos dados que saem na conclusão da compra, para o mesmo destinatário e pela mesma base legal — o seu consentimento no aviso de cookies —, mas quem os envia é o nosso servidor, e não o seu navegador: o Google Tag Manager nunca entra no checkout (§3.9), e por isso nenhuma ferramenta carregada no navegador poderia ver uma compra. A emenda também declara que, para o Google ligar essa compra à visita, guardamos no pedido o identificador aleatório de navegador que ele já havia criado (o do cookie _ga), que vence em 2 anos (§6) e sai antes se você se opuser (§8). Nada mudou no que sai, em quem recebe, na base legal ou na trava da recusa: nome, e-mail, CPF, telefone e dado de cartão seguem fora, sempre.
- Passamos a registrar quando o voucher é aberto e quando os e-mails da sua compra são abertos. Quando a página de um voucher é aberta, guardamos a data e a hora da primeira e da última abertura e quantas vezes ela foi aberta. Os e-mails da compra (a confirmação do pedido e o voucher) levam uma imagem pequena que registra a data e a hora em que o e-mail foi aberto. Não guardamos endereço de IP nem navegador nesses registros. Eles servem para o nosso atendimento saber se o voucher chegou até você e para comprovar que o enviamos. Ficam por 5 anos, e você pode se opor (§8). Mudaram o §3.8, o §4 (finalidade 25), o §6 e o §8.
- A sua conta passa a guardar um telefone. Para criar a conta, pedimos um telefone com DDI e DDD; quem já tem conta informa o número no primeiro acesso depois que esta versão entrar em vigor. Ele fica cifrado, serve para preencher as suas compras e para falarmos com você sobre elas, e não é usado para oferta. Você troca o número em "Minha conta". Segue o prazo do CPF da conta: é apagado depois de 2 anos sem nenhum acesso, e em nenhuma hipótese fica mais de 5 anos contados do dia em que você o informou.
- Corrigimos o que dizíamos sobre o CPF da conta. Uma versão anterior dizia que ele servia também para reencontrar as compras que você fez sem conta. Não serve: a sua conta reconhece as compras que você fez logado e as feitas com o e-mail que você confirmou. O CPF da conta tem uma função só — impedir que a mesma pessoa acabe com duas contas — e passou a constar da lista do §3.3, de onde faltava.
- Passamos a aceitar a compra de quem não tem CPF. Até aqui esta política dizia que o CPF de cada passageiro era condição para comprar — e os nossos Termos já diziam que o estrangeiro embarca com o passaporte. Era uma contradição, e quem não tem CPF simplesmente não conseguia comprar. Agora, de quem não tem CPF pedimos um documento oficial de identificação e o país que o emitiu: passaporte, documento nacional de identidade do país de origem (como o DNI argentino ou a Cédula de Identidade do Paraguai e do Uruguai) ou a Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM), de quem mora no Brasil. Quem tem CPF continua informando o CPF, e para essa pessoa nada muda. A exigência de identificar quem viaja não afrouxou: a lista nominal do fretamento pede nome e documento, e é isso que continuamos a cumprir. O número do documento é cifrado como o CPF, aparece só nos quatro últimos dígitos e vence no mesmo prazo. O país de emissão fica em claro, e serve a duas coisas: dizer à nossa equipe, na porta do ônibus, qual documento esperar — para ela não pedir um CPF que você não tem — e nos permitir saber de quais países recebemos passageiros, em número. Não perguntamos a sua nacionalidade nem a sua situação migratória, e o país de emissão não decide preço, prioridade de embarque nem qualquer outra condição. Mudaram o §3, o §4 (finalidade 3) e o §6.
1. Quem trata os seus dados
Quem decide como e por que os seus dados são tratados — o controlador, na linguagem da LGPD — é: GO LIVE EVENTOS LTDA. CNPJ 54.250.710/0001-07 Belo Horizonte / MG Como falar conosco sobre dados pessoais: e-mail dpo@goliveeventos.com.br — o canal do titular de que trata a Resolução CD/ANPD nº 2/2022 (ver §12). Para atendimento de compra e viagem: WhatsApp (31) 99066-6400 e o e-mail do rodapé.
2. O que esta política cobre — e o que não cobre
Cobre: os dados de quem navega na loja da GO LIVE, pede uma cotação, compra voucher de transfer pelo nosso site, viaja com a gente, recebe de quem comprou um voucher transferido, cria conta de cliente, assina a newsletter de uma casa (estádio), recebe nossos e-mails, responde à nossa pesquisa de satisfação ou aparece num vídeo que preparamos para o nosso site. Não cobre, e é bom você saber onde procurar: • Compras feitas na Sympla. Quando a venda de um evento acontece na Sympla, quem coleta o seu dado de compra e de pagamento naquele momento é a Sympla, sob a política dela. Nós recebemos depois a lista de compradores para operar o transporte — e, a partir daí, esses dados são tratados como descrito aqui. • Dados de colaboradores, freelancers e motoristas. Têm aviso próprio, porque envolvem dados que um cliente não tem (conta bancária, CNH, endereço residencial). A exceção é a imagem e a voz de quem aparece num vídeo que preparamos para o nosso site: essas seguem o §3.10, como as de qualquer pessoa. • Sites e aplicativos de terceiros que você alcance a partir de links nossos (Instagram, WhatsApp, Sympla, Google Maps).
3. Quais dados coletamos
4. Para que usamos, com que base legal
Aceitar os Termos de Uso não é consentimento de dados. São coisas diferentes. A maior parte do que fazemos com os seus dados não depende do seu consentimento — depende de o tratamento ser necessário para cumprir o contrato de transporte, ou de uma obrigação legal nossa. Onde o consentimento é a base, dizemos expressamente, e você pode revogá-lo a qualquer momento. Por quanto tempo cada dado fica está no §6. 1. Reservar o lugar, montar o pedido e cobrar — nome, e-mail, telefone e CPF do comprador; valores; IP — execução de contrato (art. 7º V). 2. Emitir o voucher nominal e permitir o embarque — nome e CPF do passageiro; código do voucher — execução de contrato (art. 7º V). 3. Manter a lista nominal de passageiros do fretamento e apresentá-la à fiscalização — nome e documento do passageiro, e o país que emitiu o documento de quem não tem CPF — execução de contrato (art. 7º V) e legítimo interesse na identificação de quem embarca (art. 7º IX). O país de emissão serve para a nossa equipe saber qual documento conferir no embarque e para sabermos de quais países recebemos passageiros, em número; ele não é usado para nenhuma outra decisão sobre você. A lista nominal é exigência das normas de fretamento; o uso do CPF como documento é escolha nossa, avaliada por escrito. 4. Cumprir obrigações fiscais e contábeis da venda — pedido, valores, identificação do comprador — obrigação legal (art. 7º II). 5. Avisar você sobre a sua própria viagem (confirmação, voucher, mudança de horário, cancelamento) — e-mail, telefone — execução de contrato (art. 7º V). 6. Atender você no SAC e resolver problemas do pedido — tudo o que você nos contar, mais o pedido — execução de contrato (art. 7º V). 7. Prevenir fraude no pagamento e uso indevido do voucher — IP da compra, dados do pagador enviados ao antifraude do processador, versão do QR — legítimo interesse (art. 7º IX). 8. Proteger a sua conta: avisar de acesso novo, limitar tentativas de login, impedir descoberta de contas — assinatura reduzida de rede e navegador; IP em memória temporária — legítimo interesse (art. 7º IX). 9. Guardar registros de acesso ao nosso sistema — data, hora, ação, IP, navegador — obrigação legal (art. 7º II; Marco Civil da Internet art. 15). 10. Oferecer transfers de eventos parecidos a quem já viajou conosco — nome e e-mail — legítimo interesse (art. 7º IX e art. 10 I) — ver §5. 11. Perguntar como foi a sua viagem (pesquisa de satisfação) — nome, e-mail, dados do evento e da viagem, a sua nota e o seu comentário — legítimo interesse (art. 7º IX e art. 10 I) — ver §5. 12. Lembrar você de um pedido que ficou pela metade — e-mail do pedido não pago — legítimo interesse (art. 7º IX) — ver §5. 13. Avisar quando a venda de um evento abrir, se você pediu ("Avise-me") — e-mail, assunto, frase consentida, IP, navegador — consentimento (art. 7º I), até você revogar. 14. Responder ao seu pedido de cotação para grupo — nome, e-mail, telefone, empresa, mensagem, IP — procedimentos preliminares a contrato, a seu pedido (art. 7º V). 15. Defender nossos direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral — o que for necessário — exercício regular de direitos (art. 7º VI). 16. Lembrar a casa (estádio) que você escolheu, para o menu e as cores das outras páginas seguirem a sua escolha — o nome público da casa, guardado no seu navegador por 24 horas — legítimo interesse (art. 7º IX), a seu pedido: só gravamos quando você clica numa casa; visitar a página não grava nada. Para deixar de usar, é só não clicar de novo, ou limpar os cookies do navegador; em 24 horas ele desaparece sozinho — ver §9. 17. Enviar a newsletter da casa (estádio) que você assinou — os nossos avisos sobre os eventos daquela casa: abertura de vendas dos transfers, shows e jogos — e, se você marcar no passo seguinte, também as novidades da GO LIVE — e-mail, casa, assuntos escolhidos, frase consentida, idioma, IP, navegador — consentimento (art. 7º I), que passa a valer no clique do e-mail de confirmação e vale até você revogar. Você escolhe assunto por assunto e pode sair de um sem sair dos outros. Aqui não há legítimo interesse por trás destes envios: se você não confirmar, ou se revogar depois, nós paramos, sem nada a ponderar. Para enviar o e-mail que pede a confirmação e para guardar o registro do que você marcou, a base é o nosso legítimo interesse (art. 7º IX) em verificar que o endereço é mesmo seu — é essa confirmação que impede que alguém inscreva o seu e-mail sem você — e em poder demonstrar o consentimento, como a lei nos obriga (art. 8º §2º). 18. Mostrar vídeos da nossa operação no site — o trecho sem som no topo da página de cada evento (nos shows, pode ser o vídeo de divulgação do artista), o vídeo de apresentação, com som, em "Quem somos" e "Serviços", e o vídeo da operação na mesma página de cada evento — imagem e voz de quem aparece, transcrição da fala, legenda e descrição do vídeo. A autorização vale só para esses lugares do site. A base depende de como a pessoa aparece: consentimento (art. 7º I), dado na autorização de uso de imagem e voz, para quem o vídeo destaca, que vale até ser retirado; legítimo interesse (art. 7º IX e art. 10 I), para quem aparece no meio de uma multidão, sem ser destacado dela, com direito de oposição. Para preparar um vídeo antes de decidir se ele vai ao site — converter o arquivo, gerar a capa e as miniaturas e transcrever a fala para a legenda —, a base é o nosso legítimo interesse (art. 7º IX); o vídeo que não for ao site é apagado no prazo do §6. Para quem aparece num vídeo de divulgação do artista, a base é o nosso legítimo interesse (art. 7º IX) em divulgar o show, apoiado na declaração da produção de que tem o direito de uso da imagem e da trilha de quem aparece, com direito de oposição. Ver §3.10, §6 e §8. 19. Lembrar, no seu navegador, o ponto em que você parou num vídeo nosso, se você prefere a legenda ligada e se você pausou o vídeo do topo da página de um evento — só esses três registros, que ficam no seu navegador; o ponto em que você parou deixa de ser usado depois de 30 dias — legítimo interesse (art. 7º IX): o vídeo continuar de onde você parou e respeitar a legenda e a pausa que você escolheu. Nada disso é enviado a nós. Para apagar, limpe os dados deste site no seu navegador. 20. Trocar o titular de um lugar, a pedido de quem comprou — a troca de titular (Termos, cláusula 11.2) — pôr quem recebe na lista de passageiros, invalidar o voucher de quem saiu e entregar o novo — nome, CPF, data de nascimento, apoio no embarque e e-mail de quem recebe; nome, quatro últimos dígitos e índice do CPF de quem saiu; o registro da troca — execução de contrato (art. 7º V), a mesma base do voucher de qualquer passageiro (finalidade 2). Ver §3.11 e §6. 21. Medir o uso do site (análise), se você permitir no aviso de cookies — os dados do §3.8 coletados pelo Google Analytics, por meio do Google Tag Manager no seu navegador e, na conclusão da compra, por envio do nosso servidor, inclusive o valor e o número do pedido quando você conclui uma compra — consentimento (art. 7º I), até você revogar em "Preferências de cookies", no rodapé do site. 22. Medir e personalizar os nossos anúncios (publicidade), se você permitir no aviso de cookies — os dados do §3.8 coletados pelas ferramentas de anúncio do Google, por meio do Google Tag Manager no seu navegador e, na conclusão da compra, por envio do nosso servidor, inclusive o valor e o número do pedido quando você conclui uma compra — consentimento (art. 7º I), até você revogar. Para registrar a sua escolha no aviso de cookies — inclusive a recusa —, a base é o nosso legítimo interesse (art. 7º IX) e a obrigação de poder demonstrar o consentimento (art. 8º §2º). 23. Saber de onde vêm as nossas vendas — a identificação da divulgação do link por onde você chegou (os parâmetros utm_) e o domínio do site de onde você veio, gravados no pedido — legítimo interesse (art. 7º IX e art. 10 I): medir quais divulgações trazem compras, as nossas e as dos parceiros, sem ferramenta de outra empresa. Não usamos isso para montar perfil seu nem para decidir nada sobre você. Você pode se opor pelo canal do §8. 24. Saber se uma campanha de e-mail levou a uma compra — se quem recebeu o e-mail comprou com o mesmo endereço em até 30 dias do envio, quando e de quanto — legítimo interesse (art. 7º IX e art. 10 I): medir o resultado das nossas campanhas. Não entra em perfil, em segmentação nem na escolha de quem recebe as próximas. "Cancelar inscrição" faz parar daqui em diante; para apagar as marcas já feitas, use o canal do §8. 25. Saber se o voucher chegou até você — a data e a hora em que o voucher e os e-mails da sua compra foram abertos, e quantas vezes — legítimo interesse (art. 7º IX): atender você quando o voucher não chega, corrigir um e-mail digitado errado antes da viagem e comprovar a entrega; e exercício regular de direitos (art. 7º VI), se a entrega for discutida. Não usamos esses registros para oferta, perfil ou segmentação. Você pode se opor (§8). 26. Ter um telefone de contato na sua conta — o telefone que você informa ao criar a conta — execução de contrato (art. 7º V): preencher as suas compras e falar com você sobre elas (pedido, voucher, mudança de horário). Não usamos esse telefone para oferta.
5. E-mails de oferta, pesquisa e lembrete — leia com atenção
6. Por quanto tempo guardamos
Guardamos cada dado apenas enquanto ele for necessário para a finalidade que o justificou, e depois o eliminamos ou anonimizamos. Quando um prazo legal nos obriga a guardar por mais tempo, o dado fica retido apenas para aquele fim, sem seguir sendo usado para os demais. Onde dizemos "prazo de lei", o prazo é imposto por norma; onde dizemos "prazo que adotamos", é a nossa escolha, fundamentada por escrito — e sempre o menor que a finalidade permite. Os prazos, dado a dado. Contam do fato que os justifica — a viagem, o recebimento, o último acesso —, nunca de uma atualização qualquer do registro: • IP e navegador de quem abriu ou clicou num e-mail de campanha ou de pesquisa — 6 meses do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: IP e navegador são apagados; fica a abertura/clique. • A ligação entre a abertura/clique e a pessoa — 2 anos do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: o evento deixa de apontar para você; fica a contagem por campanha. • IP e navegador nos registros de acesso e de operações do sistema — 1 ano do registro (prazo de lei). Ao vencer: IP e navegador são apagados; a ação registrada fica, sem eles. • De onde a sua conta já acessou (rede mascarada e família do navegador) — 1 ano do último acesso (prazo que adotamos). Ao vencer: o registro é apagado 12 meses depois do último acesso daquela origem. • Pedido de cotação para grupo (nome, e-mail, telefone, empresa, mensagem, IP) — 3 meses do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: o pedido é apagado. • O registro bruto que o processador de pagamentos nos envia (contém nome, CPF e e-mail do pagador) — 18 meses do recebimento (prazo que adotamos). Ao vencer: o corpo bruto é apagado; ficam o identificador, o tipo, o valor e as datas. • IP e navegador dentro da prova de consentimento e de descadastramento — 1 ano do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: IP e navegador são apagados; a prova (o que você marcou, quando, em que versão) fica. • A inscrição nos nossos avisos que você pediu e não chegou a confirmar (o e-mail, o assunto e a frase que você leu) — 30 dias do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: a inscrição não confirmada é apagada; para assinar de novo, é só preencher o formulário outra vez. • O registro de que alguém tentou inscrever um endereço que está na nossa lista de bloqueio, e de que nada foi enviado — 6 meses do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: o registro da tentativa é apagado; a lista de bloqueio, que é o que impede o envio, continua. • A prova da sua resposta ao aviso de cookies (o que você aceitou ou recusou, quando, em que língua e em que versão do aviso e da Política, o número aleatório criado no seu navegador e a identificação do navegador) — 5 anos do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: a prova é apagada; a sua escolha continua valendo pelo cookie no seu navegador, que dura bem menos. • O seu comentário livre na pesquisa de satisfação, e os nomes de motorista e equipe congelados na viagem — 2 anos do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: o comentário e os nomes são apagados; a nota e a categoria ficam. • O código de confirmação do seu e-mail no cadastro (guardado embaralhado) — 30 dias do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: o registro é apagado 30 dias depois de o código ter sido pedido. • O CPF e o telefone guardados na sua conta — 2 anos do último acesso (prazo que adotamos). Ao vencer: o CPF e o telefone são apagados da conta depois de 2 anos sem nenhum acesso, e em nenhuma hipótese ficam mais de 5 anos (o CPF, contados da criação da conta; o telefone, do dia em que você o informou) — a conta e o login continuam funcionando; o CPF é pedido de novo na compra seguinte, e o telefone, no acesso seguinte. • O CPF de cada passageiro (cifrado) e os quatro últimos dígitos — 1 ano da viagem mais recente daquela pessoa (prazo que adotamos). Ao vencer: o CPF cifrado, os quatro dígitos, a data de nascimento, o apoio escolhido e a observação de apoio do embarque são apagados 12 meses depois da viagem mais recente daquela pessoa — e, se o lugar mudou de titular, junto com eles a cópia cifrada do CPF de quem recebeu o lugar e os quatro dígitos das duas pessoas; cada nova viagem dela reinicia o prazo, e em nenhuma hipótese o CPF passa de 5 anos da primeira viagem — vencido o teto, apagamos e pedimos de novo na compra seguinte. • O nome do passageiro e o índice do CPF — e, se o lugar mudou de titular, os nomes de quem saiu e de quem recebeu o lugar e o e-mail para onde o voucher foi — 5 anos da viagem (prazo que adotamos). Ao vencer: o nome vira "Passageiro" e o índice deixa de corresponder a qualquer CPF; na troca de titular, os dois nomes viram "Passageiro" e o e-mail é apagado — fica só o fato de que houve uma troca naquele lugar, e quando. • A marca de que você comprou depois de uma campanha de e-mail, com a data e o valor — 2 anos do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: a marca de compra, a data e o valor saem do registro do destinatário; o registro de que a campanha foi enviada continua. • De onde você chegou ao site quando fez o pedido: os parâmetros de divulgação (utm_) e o domínio de origem — 2 anos do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: os parâmetros de divulgação e o domínio saem do pedido; o pedido continua, com os prazos dele. • A data e a hora em que o voucher e os e-mails da sua compra foram abertos, e quantas vezes — 5 anos do registro (prazo que adotamos). Ao vencer: os registros de abertura saem do lugar e do registro de envio do e-mail; o pedido e o voucher continuam, com os prazos deles. • Nome, e-mail, telefone e CPF do comprador no pedido — até 31/12 do 5º ano seguinte à viagem (prazo de lei). Ao vencer: até 31/12 do 5º ano seguinte à viagem; depois o comprador é anonimizado — valores, itens e datas ficam para a contabilidade. • O CPF dos passageiros que você salvou na sua conta para não redigitar — 1 ano do último acesso (prazo que adotamos). Ao vencer: o passageiro salvo é apagado 12 meses depois da última compra em que você o usou; você também pode removê-lo a qualquer momento na sua conta. • O seu cadastro de cliente (nome, e-mail, telefone, CPF), inclusive o que veio das compras na Sympla — 5 anos da viagem (prazo que adotamos). Ao vencer: 5 anos depois da sua última viagem, o cadastro é anonimizado. O documento do passageiro vence pelo mesmo prazo do CPF — o que vale abaixo para o CPF vale, palavra por palavra, para o documento de quem não tem CPF e para o país que o emitiu. O CPF do passageiro, em detalhe. Guardamos o CPF de cada passageiro, cifrado, por 12 meses contados da viagem mais recente daquela pessoa. Cada nova viagem dela reinicia esse prazo. Em nenhuma hipótese o CPF fica além de 5 anos contados da primeira viagem dela conosco: vencido esse teto, apagamos mesmo que a pessoa continue viajando, e pedimos o número de novo na compra seguinte. Durante a viagem, o CPF serve para conferir a identidade no embarque e garantir um lugar por pessoa — a base é a execução do contrato daquela viagem (art. 7º V), junto da lista nominal que as normas de fretamento exigem. No intervalo entre uma viagem e a próxima, o CPF fica com base no nosso legítimo interesse (art. 7º IX e art. 10): reconhecer o mesmo passageiro entre compras e evitar que você redigite tudo de novo. Essa avaliação não é uma frase de efeito — fizemos por escrito o teste de balanceamento que a lei exige, com data, e ele fica à disposição de quem pedir e da ANPD. Você pode se opor a qualquer momento. Pelo canal do §12 você pede que o CPF seja apagado antes do prazo, e nós apagamos, sem esperar o ciclo automático. Isso não impede você de comprar de novo: o número volta a ser pedido na próxima compra. Quando o prazo vence, o CPF cifrado, os quatro últimos dígitos, a data de nascimento e o apoio do embarque são apagados. Permanecem o nome do passageiro e um índice embaralhado do CPF, que não é o seu CPF e não permite chegar até ele sem uma chave que guardamos separada do banco. Isso é pseudonimização, não anonimização — e por isso continuamos tratando esse registro como dado pessoal seu, com todos os direitos do §8. A troca de titular, em detalhe. Os dados de quem recebe um lugar por troca (§3.11) seguem os prazos de qualquer passageiro daquele lugar, e o registro da troca vence junto: a cópia cifrada do CPF de quem recebeu e os quatro últimos dígitos das duas pessoas são apagados junto com o CPF do passageiro do lugar; os dois nomes, os índices e o e-mail, em 5 anos da viagem. Depois disso fica só o fato: houve uma troca naquele lugar, em tal data, feita pela nossa equipe. Regras que valem para todos os prazos: • O relógio da compra é a viagem (a prestação do serviço), não a data do pedido. Para o que é fiscal, o prazo vai até 31 de dezembro do 5º ano seguinte à viagem. • Ao vencer, o dado é anonimizado (o registro fica sem ligação com você) ou apagado; os números agregados — quantos venderam, quanto arrecadaram — ficam para a contabilidade, sem pessoa por trás. • Dado envolvido em disputa judicial, fiscal ou em ocorrência registrada sai da fila até a disputa terminar. • A sua nota e a categoria da pesquisa de satisfação ficam ligadas ao seu cadastro enquanto ele existir; o comentário livre e os nomes da equipe congelados na viagem são apagados em 24 meses. • A sua assinatura da newsletter dura enquanto você quiser. Você desliga assunto por assunto, ou sai de tudo de uma vez. O registro do seu "sim" — a frase que você marcou, os assuntos, a língua, a casa e a data — é o que autoriza cada envio: enquanto você estiver inscrito ele fica, porque é a lei que nos obriga a poder demonstrar que aquele consentimento existiu, e apagá-lo seria encerrar a sua inscrição sem você ter pedido. A inscrição que nunca foi confirmada não vira lista de ninguém: ela é apagada no prazo da tabela acima, e você volta a ser alguém de quem não sabemos nada. O registro de uma tentativa barrada também vence — o que não vence é a lista de bloqueio, e ela é a que está do seu lado. • A lista de bloqueio de marketing (quem pediu para não receber) fica enquanto fizermos e-mail marketing — e é a favor de você: é ela que impede que você volte a receber. Guardamos o mínimo: o e-mail normalizado, o motivo e a data. • A sua conta de cliente existe enquanto você quiser; ver §8 sobre eliminação. • Os vídeos do site. Um vídeo fica guardado enquanto aparece em algum lugar do site. Quando deixa de aparecer — ou se nunca chegou a aparecer —, nós o apagamos em até 6 meses: os arquivos que estão no nosso sistema, a transcrição da fala, a legenda, o que a nossa equipe escreveu sobre ele e as gravações originais que a nossa equipe guarda para editar. Nenhum vídeo fica mais de 3 anos contados do dia em que foi enviado ao nosso sistema, mesmo que continue no site. Se você pedir para sair de um vídeo, não esperamos nenhum desses prazos (§8). A autorização de quem aparece em destaque vale até ser retirada, e, quando registramos a retirada, o vídeo sai do site na hora. • Os registros de pedidos de titular (§8) e de incidentes (§11) ficam 5 anos — são a prova de que atendemos e de como reagimos. • A origem da venda (§3.8) e o identificador aleatório de navegador guardado no pedido (§3.8) são apagados do pedido 2 anos depois de gravados — o pedido continua, sem eles. Se você se opuser (§8), nós os apagamos antes disso. • Os registros de abertura do voucher e dos e-mails da compra (§3.8) são apagados 5 anos depois de gravados, o prazo em que a entrega do voucher ainda pode ser discutida. Se você se opuser (§8), nós os apagamos antes disso. • A marca de compra numa campanha de e-mail (§3.8) é apagada 2 anos depois do envio da campanha, o mesmo prazo do vínculo entre os registros de abertura e clique e você (tabela acima). • Os dados do Google Analytics ficam no Google por 14 meses — o prazo que configuramos na nossa conta do Google Analytics (as opções do Google são 2 ou 14 meses; 14 é o que permite comparar a mesma temporada de um ano para o outro). Os cookies do Google no seu navegador somem quando você revoga a permissão ou limpa os cookies.
7. Com quem compartilhamos os seus dados
8. Os seus direitos, e como exercê-los
A LGPD garante a você, sobre os seus dados pessoais: • Confirmação e acesso — saber se tratamos dados seus e obter cópia deles. Se você tem conta, já vê seus pedidos e vouchers em "Minhas compras". • Correção de dado incompleto, inexato ou desatualizado. Na conta, você já pode alterar a senha, o telefone, o time declarado e remover passageiros salvos. • Anonimização, bloqueio ou eliminação de dado desnecessário, excessivo ou tratado em desconformidade. • Portabilidade — receber seus dados em formato que possa ser levado a outro fornecedor. • Eliminação dos dados tratados com consentimento — não alcança o que precisamos guardar por obrigação legal. • Informação sobre compartilhamento — está no §7; pode pedir detalhe. • Informação sobre a possibilidade de não consentir e as consequências — está no §4, finalidade por finalidade. • Revogação do consentimento — sair da lista de espera, sair da newsletter de uma casa (de um assunto só ou de todos) ou desmarcar a caixa de marketing do cadastro: pelo link de "Cancelar inscrição" de qualquer e-mail de campanha nosso, na tela de preferências que esse link abre — a mesma que o e-mail de confirmação da newsletter também traz —, ou pelo canal do §12. Revogar é gratuito e vale daí em diante; não desfaz o que já foi enviado antes. Para retirar a autorização de uso da sua imagem e da sua voz num vídeo do nosso site, veja "Se você aparece num vídeo do nosso site", logo abaixo. Para revogar a permissão de cookies de análise ou de publicidade: "Preferências de cookies", no rodapé do site — desligar uma categoria apaga os cookies do Google dela que ficam no nosso domínio (a lista do §9). Os cookies que o Google grava nos domínios dele você apaga no seu navegador, e o que ele já recebeu segue o prazo do §6. • Oposição a tratamento baseado em legítimo interesse — pedir que paremos. Para oferta, pesquisa e medição de e-mail: "Cancelar inscrição" em qualquer e-mail nosso, ou pelo canal. Para aparecer no meio de uma multidão num vídeo do nosso site (§3.10): pelo canal abaixo, e tiramos o vídeo do site como descrito em "Se você aparece num vídeo do nosso site". Para o cookie que lembra a casa (estádio) que você escolheu (§4, finalidade 16, e §9): ele vive no seu navegador, e não no nosso banco de dados — por isso a oposição está na sua mão e vale na hora. Enquanto você não clicar em nenhuma casa, ele desaparece sozinho em 24 horas; se quiser antes disso, apague os cookies do navegador. Não há nada do nosso lado para desligar, porque essa escolha não é gravada em lugar nenhum além do seu navegador. Para a origem da venda gravada nos seus pedidos e a marca de compra numa campanha de e-mail (§4, finalidades 23 e 24): pelo canal abaixo: apagamos essas informações dos seus pedidos e das campanhas, registramos a sua oposição e não as gravamos mais nos seus próximos pedidos e campanhas. Para o registro de abertura do voucher e dos e-mails da sua compra (§4, finalidade 25): pelo canal abaixo: apagamos esses registros dos seus pedidos, registramos a sua oposição e não os gravamos mais nos seus próximos pedidos. • Peticionar perante a ANPD — gov.br/anpd — e reclamar ao Procon ou ao Judiciário (§14). Como pedir: pelo e-mail dpo@goliveeventos.com.br ou WhatsApp (31) 99066-6400. Cada pedido é registrado no dia em que chega, com prazo, e a resposta fica guardada — é a nossa prova de que atendemos. Prazos que assumimos: • Confirmação de que tratamos dados seus e acesso simplificado: imediatamente. • Todos os demais pedidos — cópia completa, correção, eliminação, portabilidade, revogação e oposição: em até 15 dias contados do recebimento. Se houver impedimento legal para atender, respondemos dentro desse prazo dizendo qual é a razão. • Pedidos de descadastramento de e-mail: em até 2 dias. • Tirar do site um vídeo em que você aparece: em até 2 dias. Como comprovamos que é você. Para proteger a sua privacidade, a porta de entrada é sempre o e-mail que recebeu o voucher (inclusive o de um lugar que você recebeu por troca de titular), o que consta do seu cadastro ou o que assinou a nossa newsletter — sempre o endereço, e nunca um CPF digitado por alguém. Não damos informação sobre um CPF só porque alguém o digitou — se déssemos, qualquer pessoa poderia descobrir quem viajou conosco. Se você perdeu o acesso ao e-mail, atendemos presencialmente ou por vídeo, com documento, sem guardar o número dele. Quem só aparece num vídeo nosso não precisa de nenhum desses e-mails: veja o parágrafo seguinte. Se você aparece num vídeo do nosso site — ou se aparece nele alguém de quem você é responsável, ou alguém da sua família que faleceu —, escreva para dpo@goliveeventos.com.br ou chame no WhatsApp (31) 99066-6400 dizendo em que página está o vídeo e em que momento a pessoa aparece. Para tirar o vídeo do site, não pedimos documento nem prova de que é você: basta o pedido, porque tirar uma imagem do ar não expõe ninguém. Em até 2 dias, tiramos o vídeo do site, apagamos dos servidores do nosso sistema os arquivos dele, a transcrição da fala e a legenda, apagamos as gravações originais que a nossa equipe guarda para editar e conferimos que os arquivos deixaram de ser entregues pelos nossos servidores. O seu pedido fica registrado, e nós o conferimos antes de registrar a autorização de qualquer vídeo novo, para que as cenas em que a pessoa aparece não voltem ao site. Vale para quem autorizou e mudou de ideia e para quem aparece no meio de uma multidão e não quer estar ali. Retirar uma autorização que você deu vale daí em diante: não desfaz as vezes em que o vídeo já foi exibido com ela. Se você quiser outra coisa — por exemplo, cópia do que guardamos com a sua imagem ou a sua voz —, aí confirmamos quem você é, presencialmente ou por vídeo, com documento, sem guardar o número dele. O que não conseguimos apagar. Para tocar sem travar, o navegador de quem já assistiu guarda uma cópia do arquivo do vídeo, e pode mantê-la por até um ano — é o prazo que o nosso sistema informa ao navegador. Essa cópia fica fora dos nossos servidores, e não temos como alcançá-la. Cópias que alguém tenha gravado ou compartilhado por conta própria também ficam fora do nosso alcance. O que fazemos é tirar o vídeo do site e apagar os arquivos dele dos nossos servidores. O que acontece quando você pede a eliminação. Apagamos a sua conta, anonimizamos o seu cadastro (nome, e-mail, telefone e CPF deixam de existir nele) e colocamos o seu e-mail na lista de bloqueio de marketing, em todos os canais. Os registros dos seus pedidos e pagamentos ficam, sem ligação com você, pelo prazo fiscal do §6 (até 31/12 do 5º ano seguinte à viagem) — é obrigação legal — e ficam bloqueados para qualquer outro uso. Dizemos isso na resposta, com a base legal de cada coisa que fica. Se você recebeu um lugar por troca de titular (§3.11), faça o pedido pelo e-mail para onde mandamos o seu voucher — e, se esse e-mail for também o de quem comprou, diga isso e o seu CPF no pedido: aí apagamos só os seus dados, e não a conta de quem comprou. Com ele, apagamos do registro da troca o seu nome, o seu e-mail e o seu CPF — e, como o registro é um só para as duas pessoas, ele fica só com o fato: houve uma troca naquele lugar, em tal data. Para apagarmos também o seu nome, o seu CPF, a sua data de nascimento e o seu apoio no lugar da viagem, diga o seu CPF no pedido: usamos o número só para achar esses registros, e não o guardamos. Se você estava num lugar que foi passado a outra pessoa, não há e-mail seu nesse registro — o voucher era de quem comprou. Escreva para dpo@goliveeventos.com.br de um e-mail seu e diga o seu CPF; confirmamos que é você presencialmente ou por vídeo, com documento, sem guardarmos o número dele. Com o seu CPF, apagamos o seu nome e os quatro últimos dígitos do registro daquela troca — e só os seus dados: a conta e os pedidos de quem comprou não são tocados. Se você nunca comprou e só tinha assinado a nossa newsletter, é mais simples: a assinatura deixa de valer e nenhuma campanha nossa volta a alcançar você. Ficam duas coisas, e as duas são o seu e-mail: o registro do consentimento — a frase que você leu, o assunto, a data e a versão —, que é a prova que a lei nos obriga a ter de que um dia você disse sim e depois pediu para sair, bloqueada para qualquer outro uso (o IP e o navegador dentro dela são apagados em 12 meses, §6); e o seu endereço na lista de bloqueio, que existe a seu favor, porque é ela que impede que você volte a receber por engano. Se você preferir que nem isso fique, diga na mesma mensagem: apagamos as duas, e o preço é que perdemos a prova e a trava — se alguém inscrever o seu endereço de novo, nada o barra.
10. Como protegemos os seus dados
Não prometemos segurança absoluta — ninguém pode. Prometemos medidas concretas, e estas são as que existem hoje: • O CPF e o telefone informados na compra pelo nosso site — e o CPF de quem recebe um lugar por troca de titular, que a nossa equipe digita — são gravados cifrados (AES-256-GCM), com chaves separadas para cifrar e para indexar. Quem olha a base não lê o número. O sistema recusa-se a gravar dado pessoal se a chave de cifra não estiver presente — em vez de gravar em claro. (O cadastro de clientes que veio da Sympla e do balcão guarda o CPF como recebido; ele segue o prazo do §6 e as demais medidas desta seção.) • Sua senha nunca é guardada. Guardamos um resumo criptográfico dela (Argon2id, parâmetros recomendados pela OWASP), do qual a senha não pode ser reconstruída. • O código do seu voucher (QR) não carrega o seu CPF — carrega um resumo embaralhado dele. • No embarque, o operador vê apenas os quatro últimos dígitos do CPF, o suficiente para conferir com o documento na mão. • Não escrevemos dados pessoais nos registros técnicos do sistema. • Toda a comunicação é cifrada em trânsito (HTTPS/TLS). As páginas da loja só carregam recurso de terceiro — as ferramentas do Google do §9 — se você permitir no aviso de cookies, e nunca na página de pagamento. • Login protegido contra descoberta de contas: tentar entrar com um e-mail que não existe custa o mesmo tempo e devolve a mesma resposta que uma senha errada. • Limite de tentativas de login e de cadastro, por e-mail e por origem. • Aviso de acesso novo por e-mail, quando a sua conta é acessada de uma rede ou de um navegador que ela nunca usou — com o IP mascarado. • Trocar a senha derruba todas as sessões abertas. • Registro interno de operações sensíveis, com autor, data e origem — inclusive quando alguém exporta uma lista de passageiros. • Documentos sensíveis nunca são públicos: ficam em armazenamento privado, acessível apenas por link temporário. • Vídeos: só administradores do nosso painel enviam vídeos, registram autorizações de imagem e publicam legendas. O arquivo que a equipe envia ao sistema fica em armazenamento privado. As versões preparadas para tocar no navegador — o vídeo, a imagem de capa, as miniaturas e, depois de publicada, a legenda — ficam num endereço público, que não é divulgado nem listado, desde que o vídeo termina de ser preparado, antes mesmo de sabermos se ele vai ao site, porque é assim que o navegador consegue tocá-las: quem tiver esse endereço consegue abrir o arquivo. Por isso só enviamos ao sistema vídeos já editados dentro das regras do §3.10. Os arquivos de vídeo saem sem os dados de localização que o celular grava na gravação. • Publicamos um canal de reporte de vulnerabilidades em /.well-known/security.txt. E pedimos a sua parte: guarde bem a sua senha, não a repita em outros sites, e desconfie de mensagens que peçam seus dados de pagamento fora do nosso site.
11. Se acontecer um incidente de segurança
Se ocorrer um incidente de segurança que possa acarretar risco ou dano relevante a você, nós comunicaremos a você e à Autoridade Nacional de Proteção de Dados, nos prazos da regulamentação, em linguagem simples e direta: quais dados foram atingidos, o que aconteceu, quais os riscos e o que estamos fazendo para reduzi-los e reparar o dano. Temos um procedimento escrito para isso e um registro interno de todos os incidentes — inclusive os que, depois de avaliados, não exigem comunicação, com a razão por escrito. É esse registro que a Autoridade pede, e que mantemos por 5 anos.
12. Encarregado pelo tratamento de dados pessoais
A GO LIVE EVENTOS LTDA. é agente de tratamento de pequeno porte, nos termos da Resolução CD/ANPD nº 2/2022 (optante do Simples Nacional, sem tratamento de alto risco — a análise está documentada e pode ser apresentada à ANPD), e por isso, com base no art. 11 dessa Resolução, não indica encarregado. O canal de comunicação com o titular de dados é dpo@goliveeventos.com.br (também WhatsApp (31) 99066-6400), pelo qual você exerce todos os direitos do §8 e pelo qual a ANPD nos alcança. A dispensa não nos isenta de nenhuma outra obrigação desta política.
13. Alterações desta política
Esta política pode mudar — porque a lei muda e porque o nosso serviço muda. Quando mudar: publicamos a nova versão com data de vigência própria; publicamos, no topo, o que mudou em relação à anterior; mantemos as versões anteriores acessíveis nesta mesma página (a de 17/03/2024 já está lá), para que você possa reler o texto que valia quando você comprou; e, se a mudança afetar as finalidades, as bases legais ou o compartilhamento, avisamos você antes que ela passe a valer. Esta política não é um contrato que você assina. Ela informa como tratamos seus dados. Onde o seu consentimento é a base — e dissemos exatamente onde —, ele é colhido em caixa separada, no aviso de cookies ou, no caso da imagem e da voz num vídeo do site, em autorização própria, antes de o vídeo aparecer no site; e pode ser revogado a qualquer momento, gratuitamente.
14. Lei aplicável e onde reclamar
Esta política é regida pelas leis brasileiras, especialmente pela Lei nº 13.709/2018 (LGPD) e pelo Código de Defesa do Consumidor. Se você tiver uma reclamação sobre o tratamento dos seus dados, pode: falar conosco por dpo@goliveeventos.com.br — é o caminho mais rápido; procurar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) — gov.br/anpd; procurar o Procon da sua cidade; ou procurar o Poder Judiciário — sendo você consumidor, pode fazê-lo na comarca do seu próprio domicílio.
